
Soldadura por onda é melhor para PCBA com muitos pinos THT, geometria simples e volume alto. Soldadura seletiva é melhor para placas mistas com SMT no lado inferior, conectores sensíveis, alta densidade e risco de bridging. A escolha correta depende de volume, acesso da nozzle, pallet, massa térmica, inspeção IPC-A-610 e custo de retrabalho.
For more information on industry standards, see printed circuit board and IPC standards.
A decisão de soldadura que define o yield da PCBA mista
Em 15 anos a rever NPI para eletrónica industrial, Hommer Zhao viu o mesmo erro repetir-se: a equipa desenha uma PCBA com SMT denso, acrescenta meia dúzia de conectores through-hole e só pergunta pelo método de soldadura depois do layout estar fechado. Numa placa com conector de 2.54 mm a 3 mm de passivos 0402 no lado inferior, essa pergunta chega tarde. O processo ainda pode funcionar, mas o custo aparece em pallets complexos, retrabalho manual, bridges e inspeção adicional.
Soldadura por onda e soldadura seletiva são processos maduros para through-hole technology. A diferença prática está no contacto térmico. A soldadura por onda expõe uma zona ampla da face inferior a fluxo, pré-aquecimento e onda de solda. A soldadura seletiva aplica fluxo e solda em pontos ou grupos específicos, normalmente depois do reflow SMT.
"Quando uma PCBA mista tem 12 conectores THT e 300 componentes SMT, a pergunta não é qual máquina é mais moderna. A pergunta é qual processo dá acesso limpo às juntas, sem aquecer ou molhar o que já foi aprovado no reflow." — Hommer Zhao, Fundador & Especialista Técnico
Este guia compara os dois processos com foco em DFM, custo, volume, defeitos e critérios de inspeção. A resposta curta: onda vence quando há muitos pinos THT e layout simples; seletiva vence quando há alta densidade, componentes sensíveis ou pouco espaço para pallet.
O que muda entre soldadura por onda e soldadura seletiva
Soldadura por onda é um processo de massa; soldadura seletiva é um processo local. Essa diferença muda quase tudo: fixture, tempo de ciclo, exposição térmica, risco de bridging, inspeção e custo de introdução.
Na onda, a PCBA passa por fluxo, pré-aquecimento e uma onda de solda que toca grande parte da face inferior. O método trabalha bem quando os terminais THT estão alinhados, há pouco SMT no lado inferior e o pallet consegue proteger o que não deve tocar na solda. O tempo de contacto típico é curto, muitas vezes na faixa de 2 a 4 segundos, mas a exposição é ampla.
Na seletiva, uma nozzle pequena solda uma junta, uma linha de pinos ou uma zona definida. A máquina controla a quantidade de fluxo, altura da onda, dwell time, velocidade e temperatura por programa. O processo é mais lento por junta, mas reduz risco em placas onde uma onda completa criaria dano, ponte ou contaminação.
| Critério | Soldadura por onda | Soldadura seletiva | Impacto na decisão |
|---|---|---|---|
| Melhor aplicação | Muitos pinos THT e layout simples | PCBA mista, alta densidade e THT pontual | Define custo por unidade |
| Exposição térmica | Face inferior ampla | Zona local | Afeta componentes sensíveis |
| Fixture | Pallet costuma ser crítico | Suporte mais simples em muitos casos | Muda custo de NPI |
| Tempo de ciclo | Baixo quando há muitos pinos | Sobe com número de juntas | Importante acima de 1000 unidades |
| Risco de bridging | Maior em pitch apertado | Menor com nozzle correta | Afeta retrabalho |
| Flexibilidade | Boa para produto repetitivo | Boa para baixa série e variantes | Afeta high-mix low-volume |
| Inspeção | Muitas juntas por passagem | Juntas críticas por programa | Define plano de controlo |
A tabela mostra a armadilha principal: comparar apenas preço por hora de máquina dá a resposta errada. O custo real vem da soma de fixture, ciclo, defeitos, retrabalho e risco de danificar componentes já soldados em montagem SMT.
Quando a soldadura por onda é a escolha certa
Soldadura por onda é a escolha certa quando a placa tem muitos componentes THT, geometria previsível e volume suficiente para pagar o setup. Conectores longos, relés, terminais de potência, headers e transformadores são bons candidatos quando ficam bem orientados para a onda e não invadem zonas SMT sensíveis.
O processo funciona melhor em três condições. Primeiro, a face inferior deve ter áreas abertas para o contacto da onda. Segundo, o pallet deve proteger componentes, vias, pads expostos e zonas que não podem receber solda. Terceiro, o layout deve permitir drenagem da solda sem criar pontes entre pinos.
Em produção repetitiva, a onda pode vencer seletiva com grande margem. Uma placa com 400 pinos THT distribuídos em conectores alinhados pode atravessar a onda em segundos. Soldar os mesmos 400 pontos por seletiva exige tempo de nozzle, programação e validação de trajetória. Para alto volume, essa diferença acumula todos os dias.
"A onda ainda é muito competitiva quando o design respeita o processo. O problema começa quando tentamos usar a onda numa placa que foi desenhada como se só existisse reflow SMT." — Hommer Zhao, Fundador & Especialista Técnico
A soldadura por onda deve entrar cedo na revisão DFM. Se a equipa precisa de montagem THT, montagem de tecnologia mista e volumes estáveis, vale definir orientação de conectores, zonas de keepout e necessidades de pallet ainda antes de libertar Gerbers.
Quando a soldadura seletiva evita retrabalho
Soldadura seletiva evita retrabalho quando a PCBA tem poucos pontos THT difíceis ou quando a onda criaria exposição desnecessária. O cenário comum é uma placa quase toda SMT, com conectores through-hole, bobinas, terminais de potência ou componentes mecânicos que entram depois do reflow.
O processo é especialmente útil quando há componentes SMT no lado inferior perto dos pinos THT. Um pallet de onda pode proteger parte da área, mas precisa de espessura, tolerância e janelas mecânicas. Se o pitch é apertado ou se o componente THT fica perto de um BGA, QFN, cristal, sensor ou conector plástico, a nozzle seletiva dá mais controlo local.
Também há vantagem em NPI e baixa série. Em vez de investir num pallet complexo para uma revisão ainda instável, a equipa pode validar a soldadura seletiva, ajustar dwell time e confirmar enchimento de furo com menor custo inicial. Para prototipagem PCBA, isso reduz a penalização de mudar um conector ou mover uma zona THT depois do primeiro lote.
| Cenário de produto | Processo mais provável | Porquê |
|---|---|---|
| Fonte industrial com muitos terminais THT | Onda | Alto número de pinos e layout repetitivo |
| Controlador IoT com 8 pinos THT e SMT inferior | Seletiva | Evita molhar componentes próximos |
| Backplane com conectores longos alinhados | Onda ou press-fit | Volume e geometria favorecem processo em massa |
| Equipamento médico com sensor sensível perto de conector | Seletiva | Reduz exposição térmica local |
| NPI com layout ainda instável | Seletiva | Evita custo inicial de pallet complexo |
| Placa Classe 3 com pitch apertado | Seletiva ou fixture dedicado | Menor tolerância para bridging e retrabalho |
A seletiva não é solução mágica. Se a nozzle não consegue aceder à junta, se o componente é demasiado alto, se a distância livre é insuficiente ou se a massa térmica do plano é grande, o processo também falha. A escolha só é boa quando a DFM confirma acesso, ângulo, folga e perfil térmico.
O mapa DFM: quatro zonas que decidem o processo
O mapa DFM para soldadura mista deve separar quatro zonas: acesso, calor, solda e inspeção. Se qualquer zona falha, a decisão entre onda e seletiva deixa de ser financeira e passa a ser uma restrição física.
Acesso significa espaço para pallet ou nozzle. Para seletiva, confirme folga em redor dos pinos, altura dos componentes vizinhos e caminho da nozzle. Para onda, confirme se o pallet consegue abrir janelas sem ficar frágil ou demasiado caro.
Calor significa massa térmica e sensibilidade dos componentes. Um conector ligado a plano de cobre pesado exige mais energia do que um header simples. Um sensor, eletrolítico, plástico de baixo Tg ou componente já reflowado perto da zona THT pode não tolerar a exposição da onda.
Solda significa drenagem e molhabilidade. Pads muito próximos, pinos longos, orientação errada e máscara fraca aumentam bridging. Planos sem thermal relief podem gerar enchimento insuficiente. Aqui o nosso guia de defeitos de montagem PCB ajuda a ligar sintomas a causas de processo.
Inspeção significa conseguir ver, medir e testar. Se a junta fica escondida por conector, caixa ou cablagem, o plano de teste PCB e PCBA deve prever inspeção visual antes da integração, teste elétrico e, quando necessário, corte ou amostragem de validação.
"A melhor regra que usamos em DFM é simples: se não consigo aceder, aquecer, soldar e inspecionar a junta de forma repetível, ainda não tenho processo. Tenho uma esperança." — Hommer Zhao, Fundador & Especialista Técnico
Defeitos típicos e como reduzir cada um
Os defeitos de soldadura THT têm causas previsíveis. O problema é que muitas equipas tentam corrigi-los no fim, quando a solução deveria estar no footprint, thermal relief, orientação do componente ou plano de processo.
| Defeito | Mais comum em | Causa provável | Prevenção prática |
|---|---|---|---|
| Bridging entre pinos | Onda e seletiva mal ajustada | Pitch apertado, drenagem fraca, excesso de solda | Ajustar orientação, máscara e velocidade |
| Enchimento insuficiente | Ambos | Massa térmica alta, pré-aquecimento fraco | Rever thermal relief e perfil |
| Solder balls | Onda | Fluxo, máscara, turbulência ou humidade | Controlar fluxo, pré-aquecimento e limpeza |
| Icicles | Onda | Drenagem lenta ou velocidade errada | Ajustar ângulo e tempo de contacto |
| Skip solder | Onda | Sombra de componente ou molhabilidade fraca | Rever pallet, orientação e limpeza |
| Dano térmico | Onda | Exposição ampla em peça sensível | Usar seletiva ou proteger com fixture |
| Resíduo de fluxo | Ambos | Fluxo excessivo ou limpeza insuficiente | Validar química e processo de limpeza |
Para PCBA Classe 2 e Classe 3, a equipa deve julgar defeitos contra critérios da IPC e contra requisitos do produto. A classe não é detalhe comercial: muda o nível de tolerância para enchimento, molhabilidade, dano e retrabalho permitido.
Um defeito recorrente merece atenção especial: bridging em conectores. Se a ponte aparece sempre entre os mesmos pinos, a causa raramente é "operador". Procure orientação contra a direção da onda, pad demasiado largo, pino longo, máscara insuficiente ou energia térmica desigual. Corrigir o programa sem mudar a geometria pode apenas deslocar o defeito para outro ponto.
Como comparar custo sem cair na conta errada
O custo correto inclui setup, fixture, tempo de ciclo, retrabalho, inspeção e risco de redesign. Uma cotação que mostra apenas preço por placa esconde onde o dinheiro será gasto depois.
Para onda, pergunte pelo custo do pallet, prazo de fabricação do fixture, vida útil, manutenção, limpeza e quantidade de variantes que cabem no mesmo projeto. Um pallet barato que deforma ou deixa solda entrar em zonas SMT gera custo todos os lotes.
Para seletiva, pergunte pelo tempo de ciclo por placa, número de pontos, programação, troca de nozzle, validação de enchimento e limite de massa térmica. Uma placa com 12 juntas difíceis pode ser excelente para seletiva. Uma placa com 700 pinos THT pode transformar a seletiva num gargalo de linha.
| Item de custo | Onda | Seletiva | Pergunta que deve fazer |
|---|---|---|---|
| Fixture inicial | Médio a alto | Baixo a médio | O pallet é obrigatório e quantas revisões suporta? |
| Tempo de ciclo | Baixo em muitos pinos | Cresce por junta | Quantos segundos por placa no lote real? |
| Retrabalho | Baixo se DFM for bom | Baixo em zonas críticas | Que defeitos foram vistos no lote piloto? |
| Flexibilidade | Menor com variantes | Maior com programa | Quantas versões do produto existem? |
| Inspeção | Ampla por lote | Focada por junta | Que critérios IPC-A-610 serão usados? |
| Risco térmico | Maior exposição | Menor exposição | Há componentes sensíveis no lado inferior? |
Em termos práticos, a onda tende a ganhar em produção estável e pin count alto. A seletiva tende a ganhar em NPI, baixa série, variantes frequentes e layouts densos. Para uma montagem PCB turnkey, o melhor fornecedor deve conseguir explicar esta conta antes de prometer prazo.
Processo recomendado para NPI e lote piloto
O processo recomendado começa antes da primeira cotação. Envie Gerbers, BOM, desenho de montagem, Pick and Place, lado de soldadura, requisitos IPC-A-610, volume anual e fotos ou modelos 3D de conectores críticos. Sem estes dados, o fornecedor está a adivinhar o método.
No DFM, peça uma resposta por zona crítica: onda possível, seletiva recomendada, manual temporário para protótipo ou alteração de layout. Essa resposta deve incluir distância livre para nozzle, necessidade de pallet, risco térmico e critérios de inspeção. Se o fornecedor só responde "fazemos ambos", a revisão ainda não foi técnica.
No piloto, meça defeitos por tipo e posição. Não basta contar placas boas e más. Registe bridging por conector, enchimento insuficiente por plano, resíduo de fluxo, dano térmico, retrabalho e tempo real por placa. Depois ligue esses dados ao First Article Inspection e ao plano de controlo da série.
Uma regra pragmática: aceite soldadura manual no protótipo apenas quando a função é provar circuito, não provar processo. Se o produto vai para 500, 5000 ou 50 000 unidades, o método de soldadura real deve ser validado antes de congelar layout e BOM.
Limites honestos de cada processo
Soldadura por onda não é ideal para placas densas com SMT inferior exposto, sensores sensíveis, zonas de RF contamináveis ou pitch THT apertado sem boa drenagem. O processo pode ser excelente, mas exige layout disciplinado e fixture competente.
Soldadura seletiva não é ideal para todos os produtos de alta escala. Se há centenas de juntas THT simples, o tempo de nozzle pode tornar-se demasiado caro. Componentes altos, blindagens, conectores muito próximos e planos de cobre pesados também podem limitar acesso e transferência térmica.
Há ainda uma terceira opção: alterar o produto. Trocar um conector THT por SMT reforçado, usar press-fit, dividir a placa, mover o conector ou abrir keepouts pode reduzir custo de montagem mais do que discutir máquina. Em alguns backplanes, press-fit PCB assembly supera soldadura porque elimina calor e melhora repetibilidade mecânica.
Referências
- Selective soldering: https://en.wikipedia.org/wiki/Selective_soldering
- Wave soldering: https://en.wikipedia.org/wiki/Wave_soldering
- IPC electronics standards organization: https://en.wikipedia.org/wiki/IPC_%28electronics%29
- Through-hole technology: https://en.wikipedia.org/wiki/Through-hole_technology
Conclusão: escolha o processo antes de congelar o layout
Soldadura seletiva vs onda não deve ser uma decisão de compras no fim do projeto. Deve ser uma decisão de engenharia no DFM, ligada a volume, acesso, massa térmica, risco de bridging, inspeção e custo de retrabalho.
Escolha onda quando há muitos pinos THT, geometria limpa, pallet viável e produção repetitiva. Escolha seletiva quando há PCBA mista densa, poucos pontos THT críticos, componentes sensíveis ou variantes frequentes. Se nenhuma das duas opções parece confortável, o layout precisa de mudar antes da série.
A PCB Portugal pode rever o seu ficheiro de montagem de tecnologia mista, soldadura THT, SMT e plano de teste antes do lote piloto. Fale com a nossa equipa para decidir o processo de soldadura antes de transformar uma escolha tardia em retrabalho de produção.
FAQ
Quando devo escolher soldadura seletiva em vez de soldadura por onda?
Escolha soldadura seletiva quando a PCBA tem SMT no lado inferior, componentes sensíveis ao calor, pitch THT apertado abaixo de 2.54 mm, conectores perto de BGAs/QFNs ou menos de 20 a 40 juntas THT críticas. O processo permite controlar fluxo, pré-aquecimento e contacto por ponto, com validação visual segundo IPC-A-610.
A soldadura por onda ainda faz sentido em 2026?
Sim. A soldadura por onda continua forte em placas com muitos componentes through-hole, conectores longos, terminais de potência e volumes repetitivos. Quando o layout permite pallet simples e há centenas de pinos por placa, a onda costuma ter menor tempo de ciclo do que soldar cada junta seletivamente.
Qual processo é mais barato para uma PCBA mista?
Depende da geometria e do volume. A soldadura por onda pode ser mais barata quando o pallet é simples e o lote passa de centenas ou milhares de unidades. A soldadura seletiva evita custo de pallet complexo e reduz retrabalho em lotes NPI, baixa série ou placas com 5 a 50 juntas THT difíceis.
Que defeitos aparecem mais em wave soldering?
Os defeitos típicos são bridging, insuficiência de enchimento do furo, solder balls, skips, icicles e dano térmico em peças próximas. Em PCBA Classe 2 ou Classe 3, estes defeitos devem ser julgados contra critérios de aceitabilidade IPC-A-610 e contra requisitos do cliente.
Que dados devo enviar ao fornecedor antes da cotação?
Envie Gerber, BOM, Pick and Place, desenho de montagem, lado de soldadura, lista de componentes THT, requisitos IPC-A-610 Classe 2 ou Classe 3, volume anual e restrições térmicas. Para seletiva, inclua altura máxima de componentes e zona livre para nozzle, normalmente validada em DFM antes do NPI.
Soldadura seletiva elimina a necessidade de inspeção?
Não. A soldadura seletiva melhora controlo local, mas cada junta crítica ainda precisa de inspeção visual, critérios de enchimento, teste elétrico e validação de processo. Em conectores de potência ou aplicações industriais, combine inspeção IPC-A-610, teste funcional e amostragem por lote.

Fundador & Especialista Técnico
Fundador da WellPCB com mais de 15 anos de experiência em fabrico de PCB e montagem eletrónica. Especialista em processos de produção, gestão de qualidade e otimização da cadeia de fornecimento.
Ver todos os artigos deste autor →Artigos Relacionados

Burn-In em PCBA: Quando Usar ESS, HALT e HASS Sem Desperdiçar Tempo de Teste [2026]
Guia prático para decidir quando burn-in, ESS, HALT e HASS fazem sentido em PCBA. Inclui temperatura, duração, tipos de produto, limites do método e como integrar com ICT, FCT e box build.

Plano de Controlo em PCBA: O Que Medir em NPI, Piloto e Série [2026]
Guia prático para criar um plano de controlo em PCBA: que CTQs definir, que medições pedir ao EMS, quando usar SPI, AOI, raio-X, ICT/FCT, e como ligar FAI, rastreabilidade e reação a desvios.

EVT vs DVT vs PVT em PCBA: Guia Pratico para NPI sem Atrasos [2026]
Guia tecnico para EVT, DVT e PVT em PCBA: objetivos de cada build, quantidades tipicas, gates de qualidade, riscos de sourcing, teste, industrializacao e criterios para passar de prototipo a producao.
“Em mais de 20 anos de experiência em fabricação, aprendemos que o controle de qualidade ao nível do componente determina 80% da confiabilidade em campo. Cada decisão de especificação tomada hoje afeta os custos de garantia em três anos.”
— Hommer Zhao, Fundador & CEO, WIRINGO